quarta-feira, 17 de outubro de 2012

0 De volta para o Passado


Já imaginou, se todos tivessem a oportunidade de voltar ao passado, através de um carro super moderno e poder concerta coisas que fizemos no passado? Tenho certeza que seria a maior descoberta da era moderna, se alguém muito doido, como o doutor Brown do famoso filme De volta para o Futuro, fizesse algo parecido; que sem duvida iria abalar a tecnologia e a ciência moderna. Porem, infelizmente tal feito é impossível.

Acredito que se surgisse um carro no mundo capaz de fazermos voltar ao passado, com o poder de desfazer atos que cometemos anteriormente, teríamos enormes filas para embarca neste veiculo.

Imagino que todos nós temos no mínimo uma coisa que se pudéssemos voltar ao passado para fazer, refazer ou desfazer nós voltaríamos. Ainda existem aqueles que afirmam: "Eu não me arrependo de nada nessa vida!". Acredito que existam pessoas assim.

Desde criança aprendi a seguinte frase: Tudo na vida o que se planta, um dia colhe.

Para a nossa a alegria, um carro voltar ao passado nunca vai existir.

Mas com a pratica do Amor, do Perdão, da Alegria e Força de Vontade, muitas dessas coisas podem ser alteradas nos tempos de hoje.  

sábado, 13 de outubro de 2012

0 Paixões de uma criança, um adolescente e um jovem.


Parte I – Paixões de uma Criança              

Quando criança, eu tive o privilégio de um estudar em um curto período em escola particular. Lembro-me muito bem do colégio que estudei, era uma escola bacana e toda vez que ainda passo na frente dela, vejo o bom e velho porteiro Sr.Raimundo que ainda me reconhece.

Nessa mesma escola onde estudei do primeiro ano ao quarto ano, se não me falha a memória, foi onde eu tive a minha primeira experiência de gostar de uma coleguinha do colégio, guardo até hoje o nome dela na minha mente, Camila Peixoto; ela era linda, magra e tinha o cabelo entre os ombros, era de parar o colégio. E eu,  me sentia um bobão, usando um óculos fundo de garrafa que o medico pediu para eu usar, apaixonado por uma coleguinha do colégio. Recordo de um coleguinha de classe chamado Bruno Cesar, lembro que ele tinha os dentes bem amarelados e que ele vinha muito na minha casa para brincarmos, até o dia que fiquei sabendo que nós dois gostávamos da mesma garota, a linda Camila Peixoto. Foi o próprio que me disse isso, mas não por isso que  estraguei a amizade; continuamos bons amigos, gostando da mesma garota sem ela saber.

Me lembro de mais três paixões que tive no mesmo colégio. A Marcelinha, a Tulla e a que gostava de mim, mas eu não gostava dela a linda Veluma.

A marcelinha era uma linda menininha, morena e bem baixinha, acho que ela nem sabia que eu gostava dela, mas gostava de ficar junto com ela, lembro que junto com os outros colegas da classe nos chegávamos por de trás das meninas e falávamos alto perto delas: Arromba!  E em  seguida nos passávamos a mão na bunda delas. Nós éramos crianças e achávamos divertido, não tinha maldade, confesso que fiz arromba em todas as três mencionadas acima, era muito divertido.

A tulla, era magra, tinha os cabelos lisos e uma pinta perto da boca. Nós jogávamos tênis de mesa juntos depois da aula. Quando estava perto das dezoito horas nós dois, juntos com mais dois amigos nossos, dávamos um kaô na professora dizendo que nos íamos na biblioteca pegar um livro, sendo assim nós saímos mais cedo da sala de aula, tudo isso para pegarmos uma mesa livre para jogarmos. A tulla era uma graça, mas nunca tive a coragem de dizer alguma coisa para ela. Depois de grande cheguei a ver ela dentro do ônibus junto com seu irmão, não tinha mudado nada, continuava linda.

E por ultimo a Veluma.  Eu guardo muito bem o rosto dela em minha memória. A Veluma era loira, loira mesmo, de olho azul, de pele branca e bochechudinha. Hoje, eu poderia dizer que era um Boing 767 querendo pousar no meu aeroporto. Foi uma amiguinha dela chamada Carol que me disse tudo, bem na frente dela, eu até contei para minha mãe que tinha uma menininha no colégio que gostava de mim, mas eu era muito criança e também nem sentia nada pela veluma. Que pena que não sentia nada. Nunca mais vi a veluma na minha vida, que triste, quem sabe a gente não poderia dar...

São tudo paixões de uma criança.

 

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